Com esta decisão, a taxa de juro das principais operações de refinanciamento passa agora para 3%, a taxa aplicável aos depósitos ficará em 2,50% e a taxa de ...
O Banco Central Europeu (BCE) confirmou as expectativas do mercado e subiu as taxas de juro de referência na Zona Euro em mais 50 pontos base.
“Manter as taxas de juro em níveis restritivos reduzirá, com o tempo, a inflação, ao refrear a procura, e protegerá também contra o risco de uma persistente deslocação, em sentido ascendente, das expectativas de inflação. Em conformidade, o Conselho do BCE decidiu hoje proceder a um aumento de 50 pontos base das três taxas de juro diretoras do BCE, as quais espera continuar a aumentar”. Ficou ainda feita a promessa de que, em Março, haverá um novo aumento.
Taxa dos depósitos, que continua a ser a principal ferramenta de política monetária, sobe de 2% para 2,5%. Já a taxa que os bancos pagam pelo financiamento ...
Já a taxa que os bancos pagam pelo financiamento do BCE – a chamada “refi rate” – saltou para 3%. Porém, ainda está em 8,5%, mais de quatro vezes o objetivo, um nível que Christine Lagarde, a presidente do BCE, já várias vezes disse ser “inaceitavelmente elevado”. A presidente do BCE refere também os dados do Eurostat que apontam para um aumento de 0,1% no PIB da zona euro no quarto trimestre, que superou as expectativas. Christine Lagarde diz que houve um acordo no Conselho do BCE sobre a “legitimidade” da subida dos juros que foi praticamente pré-anunciada para março. [Lagarde não vê a mesma "desinflação" na zona euro que a Fed vê nos EUA](#liveblog-entry-602302-scroll) [Presidente do BCE não exclui mais aumentos dos juros depois dos 50 pontos de março](#liveblog-entry-602300-scroll) [Lagarde pede a governos que interrompam apoios à economia](#liveblog-entry-602299-scroll) [Lagarde afasta recessão. Trata-se de um mecanismo ao abrigo do qual poderá haver compras de títulos de dívida de países específicos, quando o BCE achar que um dado país está a ser penalizado nos mercados financeiros em demasia.
Banco Central Europeu cumpre expectativas dos mercados com mais uma subida de taxas, para 3%, e avisa que em Março será feito um movimento semelhante.
Nem a descida da taxa de inflação na zona euro a que se tem assistido dos nos últimos meses, nem o facto de a [Reserva Federal norte-americana (que já tem as suas taxas perto de 5%) ter abrandado o ritmo de subidas](https://www.publico.pt/2023/02/01/economia/noticia/reserva-federal-abranda-ritmo-subida-juros-eua-2037296), na reunião desta quarta-feira, fez o BCE mudar de rumo. Na última reunião, [em Dezembro](https://www.publico.pt/2022/12/15/economia/noticia/bce-volta-subir-taxas-juro-05-pontos-percentuais-2031560), a subida tinha sido também de 0,5 pontos percentuais. É por isso que, nos últimos meses, se tem assistido a subidas significativas no valor das taxas Para além disso, o banco central não deixa dúvidas sobre o que irá acontecer a seguir. A inflação na zona euro foi, em Janeiro, de 8,5%. [ao passado mês de Julho](https://www.publico.pt/2022/07/21/economia/noticia/bce-sobe-taxas-juro-05-aumento-desde-2011-2014510), as taxas de refinanciamento e de depósito do BCE estiveram situadas em zero e -0,5%, respectivamente.
A autoridade liderada por Christine Lagarde defende que juros mais altos vão reduzir a inflação, ao refrear a procura, e proteger contra o risco de uma ...
Já a inflação subjacente, que permite medir o nível de enraizamento da inflação na economia, está em 7%. Nessa conformidade, o Conselho do BCE decidiu hoje proceder a um aumento de 50 pontos base das três taxas de juro diretoras do BCE, as quais espera continuar a aumentar", começou por explicar em comunicado. O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) recuou em janeiro, mas está ainda em 8,5% (face a 9,2% em dezembro).
As taxas diretoras do BCE voltaram a subir 50 pontos base pela segunda vez consecutiva e o BCE anunciou ainda novo aumento de 50 pontos base para março.
“Subsequentemente, a carteira do APP diminuirá a um ritmo comedido e previsível, dado que o Eurosistema não reinvestirá todos os pagamentos de capital de títulos vincendos. O Conselho do BCE revela que pretende continuar a reinvestir, na totalidade, os pagamentos de capital dos títulos vincendos adquiridos no contexto do APP até ao final de fevereiro de 2023. De que forma? A entidade liderada por Christine Lagarde anunciou também um novo aumento de 50 pontos base para a próxima reunião que será realizada em março. “Como comunicado em dezembro, a carteira do APP diminuirá, em média, 15 mil milhões de euros por mês, a partir do princípio de março até ao final de junho de 2023, e o subsequente ritmo de redução da carteira será determinado com o tempo”, refere a autoridade monetária em comunicado. As taxas diretoras do BCE voltaram a subir 50 pontos base pela segunda vez consecutiva e o BCE anunciou ainda novo aumento de 50 pontos base para março.
O Banco Central Europeu subiu esta quinta-feira as taxas diretoras em meio ponto percentual (50 pontos-base). O custo do financiamento em euros está agora ...
Com a inflação subjacente (sem energia e alimentação) a subir e os governos da zona euro a não descontinuarem despesas que deviam ser temporárias, ...
A presidente do BCE congratulou-se com o que diz ser a demonstração de uma boa “transmissão da política monetária” para o terreno, com impacto nas famílias e nas empresas. Lagarde acrescentou que este ponto foi “extensivamente” discutido na reunião do BCE e que foi tema de conversa com Pascal Donohoe, o atual presidente do Eurogrupo, que reúne os ministros das Finanças da zona euro. Os governos têm de “começar já a descontinuar” todas as que não forem focalizadas em objetivos sociais ou de transformação da economia. Ainda temos muito por fazer”, disse Lagarde, liquidando as expetativas de que o BCE poderia fazer uma pausa depois de chegar em março a uma provável taxa diretora de 3,5% e a uma taxa de remuneração dos depósitos dos bancos - que estão em mais de 4 biliões de euros - de 3%. Lagarde foi clara: “Não direi que o processo de desinflação está já em curso” (na zona euro). O Banco Central Europeu (BCE) subiu esta quinta-feira os juros em meio ponto percentual e antecipou que tem a intenção muito forte de repetir a dose na próxima reunião em março.
Banco Central Europeu (BCE) decidiu aumentar novamente as taxas de juro diretoras em 0,5 pontos percentuais, como já se antecipava.
Hoje a inflação do euro está num nível totalmente incompatível com este programa: foi de 9,2% em dezembro e a primeira estimativa para janeiro diz que até abrandou para 8,5%, mas este valor é mais de quatro vezes superior ao objetivo normativo do BCE. Hoje, repetiu a mesma dose e a taxa principal da zona euro está agora, como referido, nos 3%, o tal máximo de 15 anos. Portanto, o caminho a seguir é subir, mas o BCE ressalva que as suas futuras decisões sobre as taxas de juro diretoras vão "depender dos dados e seguir uma abordagem reunião a reunião". [Banco Central Europeu (BCE)](https://www.ecb.europa.eu/press/pr/date/2023/html/ecb.mp230202~08a972ac76.pt.html) aumentaram, como já se antecipava, 0,5 pontos percentuais. É o valor mais alto dos últimos 15 anos, desde o tempo da grande crise financeira que eclodiu no final de 2008. A taxa de juro central, que durante mais de seis anos esteve nos 0%, começou a subir em julho (aumento da taxa para 0,5%), em setembro, o BCE tornou-se ainda mais agressivo, avançando com uma agravamento de 0,75% e em novembro repetiu a dose com mais 0,75%.
Este aumento eleva a taxa de juro das operações de refinanciamento para 3%, o que poderá influenciar ainda mais a evolução ascendente da Euribor e, por ...
[ economistas](https://www.idealista.pt/news/financas/economia/2023/01/16/56329-juros-do-bce-vao-atingir-pico-de-3-25-em-maio-alivio-sera-em-julho) ouvidos pela Bloomberg, será em maio que o BCE vai começar a abrandar o ritmo de subida dos juros, para 25 pontos base. "As futuras decisões do Conselho do BCE sobre as taxas de juro diretoras continuarão a depender dos dados e a seguir uma abordagem reunião a reunião", referem no documento. As previsões de Bruxelas para Portugal apontam para que a inflação em Portugal se fixe em 5,8% em 2023. Christine Lagarde também admitiu que o "Conselho do BCE prosseguirá a trajetória de subida significativa das taxas de juro", daqui em diante. Mas os dados apurados no final de 2022 e início de 2023 trouxeram surpresas: segundo disse Christine Lagarde esta quinta-feira apesar "da fraca atividade global e da elevada incerteza geopolítica", a economia da Zona Euro "mostra-se mais resiliente do que o previsto e deverá recuperar nos próximos trimestres". E se continuar a desacelerar a este ritmo em 2023, a inflação na Zona Euro poderá terminar o ano indo ao encontro das previsões da Comissão Europeia (CE), que estima que a inflação deverá cair para 6,1% em 2023. Foi em julho de 2022, que o BCE começou a aumentar as taxas de juro diretoras, sendo este o ciclo mais rápido de subidas desde a sua criação em 1999. Até porque a própria Christine Lagarde, presidente do BCE, adiantou na anterior reunião de política monetária (realizada a [ 15 de dezembro](https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2022/12/15/55298-bce-sobe-juros-em-50-pontos-qual-o-impacto-no-credito-habitacao#Recess%C3%A3o+na+Zona+Euro+%C3%A0+espreita)) que as taxas de juro diretoras devem continuar a subir "a um ritmo de 50 pontos base durante algum tempo, porque a inflação permanece demasiado elevada e se projeta que continue acima do objetivo [de 2%] durante demasiado tempo”. E as taxas de juro dos novos depósitos bancários dos particulares na Zona Euro já estão a reagir aos aumentos mais recentes dos juros. Segundo explica o responsável pelo idealista/créditohabitação em Portugal, “o essencial é ver se, depois deste movimento do BCE, a Euribor aponta para uma subida posterior e ruma para os 4%, ou se abranda o seu ritmo de crescimento. E não vão ficar por aqui, já que este não será o último aumento das taxas de juro diretoras previsto pelo guardião do euro. E, por isso mesmo, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu esta quinta-feira, dia 2 de fevereiro de 2023, voltar a subir as taxas de juro diretoras em 50 pontos base.
BCE e sistema de bancos centrais (o Banco de Portugal, principalmente) têm na sua posse 53,7 mil milhões de euros em dívida portuguesa ao abrigo do PSPP.
Desde fevereiro do ano passado (estava a Europa às portas da guerra da Rússia contra a Ucrânia, que começou a 24 desse mês), a taxa de juro das obrigações do tesouro (OT) portuguesas a dez anos dispararam de 1% para os atuais 3% no mercado secundário. Este bolo vai começar a ser fatiado e regressar aos mercados de forma gradual, basicamente. O conselho do BCE promete que "continuará a aplicar flexibilidade no reinvestimento dos reembolsos previstos no âmbito da carteira do PEPP, a fim de contrariar os riscos para o mecanismo de transmissão da política monetária relacionados com a pandemia". A partir de março vai ser diferente. Ou seja, o custo da dívida de longo prazo triplicou, basicamente. A partir do próximo mês de março, inclusive, o Banco Central Europeu (BCE) e os bancos centrais da zona euro vão começar a desfazer-se de forma definitiva de milhares de milhões de euros que ainda detém em títulos do tesouro (como obrigações),
BCE e sistema de bancos centrais (o Banco de Portugal, principalmente) têm na sua posse 53,7 mil milhões de euros em dívida portuguesa ao abrigo do PSPP.
[Leia mais em Dinheiro Vivo a sua marca de economia](https://www.dinheirovivo.pt/economia/bce-comeca-a-livrar-se-em-definitivo-da-divida-dos-paises-a-partir-de-marco-15768967.html) [ anunciou a instituição monetária sediada em Frankfurt, na Alemanha.](https://www.ecb.europa.eu/press/pr/date/2023/html/ecb.mp230202~08a972ac76.pt.html) Em cima da subida constante e persistente das taxas de juro em curso e da qual não se vislumbra o fim, o BCE avançou, como já tinha aventado em dezembro, com o phasing out do seu enorme programa de compras e reinvestimentos de títulos.
Inquérito trimestral do Banco Central Europeu (BCE) mostra que os analistas profissionais antecipam um recue da taxa de inflação na Zona Euro para 2,1% em ...
Mais no imediato, os analistas antecipam agora um abrandamento da taxa de inflação em 2023 para 5,9%, uma previsão que fica 0,1 pontos percentuais acima do inquérito anterior. Quanto a outros indicadores, as expectativas de crescimento económico mantêm-se, mas são agora ligeiramente mais fracas para 2024, e as perspetivas para o emprego foram ligeiramente revistas em baixa. A previsão é que a taxa se cifre em 2,1% em 2025 e permaneça neste patamar em 2027, em linha com a meta de 2% da entidade liderada por Christine Lagarde. “As revisões em alta correspondem a alterações nas expectativas para a inflação excluindo energia, alimentação, álcool e tabaco. De que forma? Os analistas sondados pelo Banco Central Europeu (BCE) reviram em alta as expectativas de inflação para 2023 e 2024 e esperam que a taxa se alinhe com a meta do banco central em 2025, estabilizando no longo prazo (2027).
O Banco Central Europeu (BCE) sobe as taxas de juro para o valor mais alto dos últimos 15 anos, tornando insuportável o pagamento da mensalidade ao banco ...
O BCE já aumentou as taxas de juro em 250 pontos base desde o Verão passado. Enquanto isso, a Deco tem vindo a denunciar que, apesar das regras aprovadas pelo Executivo no final de 2022, há bancos que estão a dificultar a renegociação do crédito à habitação. Esta foi a quinta subida consecutiva e, apesar do garrote sentido pelas famílias, confrontadas com um violento aumento do custo de vida, o banco central indicou que tenciona aprovar um novo aumento de 50 pontos base na sua reunião de Março.