Partido de André Ventura exige explicações do Governo sobre "privatização de pelo menos 50% da TAP, havendo a hipótese de venda da quase totalidade da ...
Por forma a esclarecer qual é, afinal, a posição do Governo sobre esta matéria, e ao abrigo das disposições legais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do partido Chega vem requerer a audição urgente da exmo. ministro das Infraestruturas e da Habitação”, lê-se no requerimento. Convém recordar que a reversão da privatização da TAP foi uma das grandes bandeiras do primeiro governo de António Costa, sob o argumento de que a TAP era estratégica para o país e que, por essa razão, deveria ficar no Estado”, sustenta.
O Governo quer avançar com a venda de mais de 50% da TAP ainda este ano, com o consórcio da AIr France/KLM e a companhia alemã Lufthansa como favoritas na ...
A IAG, liderada pela britânica British Airways e a espanhola Iberia, serão à partida descartadas pela ameaça para o hub de Lisboa. A operação poderá estar concluída nos primeiros meses de 2023. Neste cenário, a TAP, uma das poucas transportadoras que não faz parte de qualquer grupo internacional, será uma peça importante.
Em cima da mesa estará a venda de 50% da transportadora, com a Lufthansa, de um lado, e o grupo que junta a Air France e a KLM, do outro, a constituírem-se como ...
O Chega requereu, esta sexta-feira, a audição urgente do ministro das Infraestruturas e da Habitação na Assembleia da República. O Governo pretende vender pelo menos metade da TAP, acelerando o processo ainda este ano para o encerrar "nos primeiros meses de 2023", noticia o "Expresso". O Governo quer acelerar a privatização da TAP, avançando com o processo ainda este ano para o concluir em 2023.
De acordo com o periódico, a alemã Lufthansa e o grupo que junta a francesa Air France e a holandesa KLM serão as favoritas a adquirir a companhia aérea de ...
Agora sabe-se que o Governo tem tido conversas com as companhias candidatas, ao longo dos últimos meses, com regularidade e discrição. O semanário revela que a principal hipótese seria a privatização de pelo menos metade da TAP, mas algumas pessoas dentro do Governo sinalizam que pode não haver resistência em vender uma percentagem perto dos 100%, sendo que os vários cenários estão a ser estudados pelo gabinete de Pedro Nuno Santos. De acordo com o periódico, a alemã Lufthansa e o grupo que junta a francesa Air France e a holandesa KLM serão as favoritas a adquirir a companhia aérea de bandeira, vítima do plano de «reestruturação», imposto pela Comissão Europeia, que se revelou uma
Partido quer explicações sobre a “posição do Governo” sobre a eventual privatização da companhia aérea.
“Por forma a esclarecer qual é, afinal, a posição do Governo sobre esta matéria, e ao abrigo das disposições legais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do partido Chega vem requerer a audição urgente da exmo. ministro das Infraestruturas e da Habitação”, lê-se no requerimento. “Convém recordar que a reversão da privatização da TAP foi uma das grandes bandeiras do primeiro Governo de António Costa, sob o argumento de que a TAP era estratégica para o país e que, por essa razão, deveria ficar no Estado”, sustenta.
Entre as favoritas à compra da companhia aérea encontram-se a alemã Lufthansa e o grupo que junta a francesa Air France e a holandesa KLM.
De que forma? A principal hipótese seria a privatização de pelo menos metade da TAP, mas algumas pessoas dentro do Governo sinalizam que pode não haver resistência em vender uma percentagem perto dos 100%, segundo o jornal. O Governo tem tido conversas com os assessores financeiros e as companhias candidatas nos últimos meses com alguma regularidade e discrição.
Perante uma possível venda, o Chega quer que Pedro Nuno Santos, ministro das Infra-estruturas e da Habitação, vá urgentemente à Assembleia da República “ ...
Interessada está também a IAG, que integra a inglesa British Airways e a espanhola Iberia. A notícia é avançada pelo jornal Expresso, esta sexta-feira, citando uma fonte do Executivo. A reversão da privatização da TAP foi, recorde-se, uma das principais bandeiras do primeiro Governo de António Costa, sob o argumento de que a companhia é estratégica para o país e que, por essa razão, deve ser pública.